O “derretimento facial” é uma expressão que, embora não técnica, capta perfeitamente a sensação de perda de volume, firmeza e contorno do rosto, frequentemente associada ao processo de envelhecimento.
Essa expressão pode englobar diversas alterações que ocorrem na face com o passar dos anos, como:
Perda de Volume: Quando envelhecemos, a diminuição da gordura subcutânea e a queda da produção de colágeno e elastina comprometem a firmeza e a elasticidade da pele, fazendo com que o rosto pareça mais “mole” e menos contornado.
Flacidez: Uma das consequências da perda de colágeno e da ação da gravidade, que resulta em uma pele soltinha e menos tonificada.
Alteração na Estrutura Óssea: O envelhecimento pode modificar a estrutura óssea do rosto. A reabsorção do osso facial pode ocasionar mudanças significativas na forma e contorno do seu visual.
Hidratação:** A diminuição da hidratação e nutrição da pele com o tempo pode resultar em um aspecto opaco e menos saudável.
Estilo de Vida e Fatores Ambientais: Exposições ao sol, poluição, dietas inadequadas, desidratação e falta de cuidados com a pele também podem contribuir para o derretimento facial.
Há não muito tempo, a única forma de restaurar a aparência jovem era através da cirurgia plástica. Hoje, avançamos com tecnologias e ativos que oferecem qualidade e retração da pele. Mas é importante lembrar que a cirurgia plástica ainda é a opção “top” para resultados duradouros, pois os procedimentos que envolvem cortes e reposição muscular costumam ter uma durabilidade maior.
Dra. Karini Paranhos – Dermaticista e Tricologista









